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sexta-feira, 1 de março de 2013

Última pedalada em DTD

http://www.marcosproenca.com.br/2010/05/26/pedalada-pode-queimar-ate-300-calorias-a-cada-meia-hora/


Olá, gente.

Finalmente chegamos ao nosso destino final, nossa última pedalada, o trabalho final de DTD!
Para visualizar nosso trabalho (roteiro, apresentação e trabalho escrito), clique nos links abaixo (download do 4 shared):

Roteiro
Apresentação
Trabalho escrito

Vídeo Restrição de Acesso às Informações:



Para quem não conseguiu escutar muito bem o que se fala no vídeo, vai uma breve explicação: ao solicitarmos conhecer o espaço físico do arquivo da DDS, a funcionária que nos atendeu informa que não seria possível, pois ela só tem autorização para dar informações em caráter informal. Qualquer informação oficial e possibilidade de bater fotos do arquivo tem que ser solicitado às diversas instâncias da UnB. Apenas nos identificando como alunos do curso de Arquivologia da Universidade de Brasília, o acesso aos arquivos da DDS é negado. Deixamos aqui registrado que se uma das participantes do grupo não fosse cadastrada no programa da bolsa alimentação da DDS, possivelmente não teríamos como analisar um documento arquivístico para nosso trabalho da disciplina de Diplomática e Tipologia Documental. Chato isso, mas felizmente conseguimos atingir nossos objetivos e concluir nosso trabalho final. 


Outra opção de visualização dos trabalhos é entrando no nosso grupo do yahoo (link abaixo). Basta clicar no botão "Entre neste grupo!". 

http://br.groups.yahoo.com/group/batombike/ 




E para quem não tem conta no yahoo, mas sim no gmail,  grupo criado no Google Groups (link abaixo). Clique em "Fazer login" e depois em "Entrar no grupo para postar". Na próxima telinha, clique em "Entrar neste grupo".

https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!forum/batom-bike




Bom final de semestre a todos :)


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O texto do Lopez



Olá, pessoinhas!

A atividade desta semana é referente ao texto do professor Lopez (2012). 
Considerando a análise diplomática proposta:


Ufa!!! Ficamos por aqui. Até os próximos destinos :)


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Documento para chamar de meu - Dificuldades do relacionamento com o arquivo...

zerochan.net

   Em detrimento das observações feitas pelos demais grupos da turma de DTD, sobre as dificuldades encontradas nas tentativas de acessar os documentos arquivísticos da UnB, o professor Lopez nos deu a missão de apresentar o nosso ponto de vista sobre este relacionamento com o arquivo da Diretoria de Desenvolvimento Social (DDS). Para este comentário, nos baseamos na legislação recente sobre acesso à informações, Lei nº 12.527/2011.
Para efeito dessa lei, quando o acesso ao documento não é autorizado, os trabalhos propostos nesta disciplina ficam prejudicados, impossibilitando aos componentes do grupo conhecer detalhadamente a documentação e, consequentemente, produzir propostas para a melhoria da própria Diretoria.
Conforme o "Art. 1o  Esta Lei dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com o fim de garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, noinciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal. ".
Percebemos que os departamentos possuem receio de disponibilizar os documentos de seus arquivos e estabelecem  critérios próprios que burocratizam a busca das informações.
O grupo Batom Bike teve acesso a dois formulários no site da DDS (relatório de atividades mensal do bolsista e apresentação de projeto de programa bolsa permanência) e ao termo de concessão da bolsa alimentação. 
A seção V da referida lei, que dispõe sobre as informações pessoais, é pertinente ao termo de concessão da bolsa alimentação, uma vez que em seu art. 31, parágrafo 1º, inciso II, apresenta a seguinte redação "poderão ter autorizada sua divulgação ou acesso por terceiros diante de previsão legal ou consentimento expresso da pessoa a que elas se referirem". Logo, conseguimos o acesso ao termo de concessão da bolsa alimentação por ser de uma das integrantes do grupo.
Depreende-se, diante as situações discutidas em aula, que muitos departamentos não possuem preparo e estrutura física para receber os usuários, mesmo com a transparência proposta pela lei. Além disso, percebe-se que, muitas vezes, servidores ou funcionários  desconhecem ou ignoram a legislação de acesso às informações.

Referência bibliográfica:
BRASIL. Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm. Acesso em: 04 fev. 2013 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Modelo tipológico

http://paulistaemdestak.blogspot.com.br/2010_04_01_archive.html


Olá pessoal,

Os modelos de análise tipológica mais adequados para o nosso trabalho são o do Grupo de Trabajo de Archiveros Municipales de Madrid (1988-1992) e o do Prof. André Lopez (1999).
Apesar de Luciana Duranti exemplificar os elementos externos e os internos que podem ser aplicados a qualquer forma documental, consideramos que os elementos não são suficientes e tão abrangentes para a análise tipológica dos documentos da Diretoria de Desenvolvimento Social (DDS), da Universidade de Brasília (UnB).
Já o modelo apresentado pelo Grupo de Trabajo de Archiveros Municipales de Madrid aponta elementos de análise mais atuais e específicos para os documentos que a DDS possui. Desse modo, pelo modelo de Madrid, identificamos a denominação do documento, a definição, as características externas (classe, suporte, formato e forma), os destinatários, a legislação em vigor, o trâmite, o expediente, o método de ordenação, o conteúdo, a vigência administrativa e a eliminação.
Para completar nossa análise, o modelo de Lopez (1999, p. 84-85) apresenta a ficha de coleta para elaboração de tipologia documental. Esta ficha poderá ser perfeitamente adequada para identificar o local, a data, o gênero, o produtor, o objetivo/função e a fonte do documento da DDS a ser analisado pelo grupo Batom Bike.
 Boa semana a todos :)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

DDS - UM DOCUMENTO PARA CHAMAR DE MEU - PARTE I

Olá, turma!!!!

Estamos no meio desta íngreme ladeira que é o trabalho final, a atividade proposta pelas monitoras foi escolher três documentos referentes ao centro de custo adotado pelo grupo desde o início do semestre e analisá–los tipologicamente, conforme os textos sugeridos para a aula do dia 11 de janeiro.

ANALISE TIPOLÓGICA


Termo de concessão da bolsa de alimentação


Denominação: termo de concessão da bolsa alimentação


Definição: este termo atesta que o estudante, após análise de assistente social, foi classificado em um dos grupos de vulnerabilidade socioeconômica da Universidade (I e II). É também a partir deste documento que o aluno poderá requerer aos demais benefícios oferecidos pela DDS.

Caracteres externos: 
 - Gênero: textual
 - Suporte: papel
 - Formato: documento simples
 - Forma: original com duas vias. Sendo uma no arquivo da DDS e outra é entregue ao aluno.

Produtor: Serviço de Programas de Desenvolvimento Social da Diretoria de Desenvolvimento Social – DDS da Universidade de Brasília - UnB.

Destinatário: aluno que recebeu o benefício.

Legislação: Concede Bolsa Alimentação para os estudantes do Campus Darcy Ribeiro, de acordo com a Resolução do Conselho Administrativo  Nº  6/2008, do edital nº 2, do 2º Semestre de 2012.

Trâmite: Após o aluno classificado como grupo I ou II, ele assina este termo e recebe uma via e a outra fica arquivada com os documentos que por ele foram entregues para realizar a análise.

Conteúdo:
- Data: 26 / 07 / 2012
- Assunto: benefício de bolsa de alimentação ao estudante universitário, onde ele concorda com as regras do programa e o usufrui.

Vigência administrativa: o estudo socioeconômico é valido por quatro semestres após a assinatura do termo.

Eliminação: são documentos de custódia intermediária por prazo de 10 anos e eliminados posteriormente, segundo a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos Às Atividades-Fim Das Instituições de Ensino Superior - IFES.

Acesso: por se tratar de informações pessoais do estudante, o acesso é restrito.

 Formulário para o relatório de atividades mensal do bolsista



Denominação: formulário para o relatório de atividades mensal do bolsista


Definição: este relatório comprova a carga horária mensal desenvolvida pelo Bolsista, bem como avalia sua integração no projeto e as atividades realizadas por ele.

Caracteres externos:
- Gênero: textual
- Suporte: papel
- Formato: documento simples
- Forma: original

Produtor: Programa Bolsa Permanência da Diretoria de Desenvolvimento Social - DDS/UnB

Destinatário: Diretoria de Desenvolvimento Social - DDS/UnB

Legislação:  O Decreto nº 7.234, de 19 de Julho de 2010, dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil - PNAES e o Decreto nº 7.416 de 30 de Dezembro de 2010, que trata da concessão de bolsas universitárias, e o  item 8.1.5 do edital Nº 02/2012 do Programa  Bolsa Permanência da UnB condiciona o recebimento da pecúnia à entrega deste formulário preenchido.

Trâmite: a DDS disponibiliza o relatório a ser preenchido em sua página na internet. O coordenador ou o aluno imprime, ambos preenchem e assinam em comum acordo e encaminham à sala do Programa Bolsa Permanência para que seja confeccionada a folha de pagamento. 

Conteúdo:
 - Data: faz referência ao mês anterior ao que o relatório foi entregue. 
 - Assunto: atividade mensal do bolsista exercido no projeto vinculado a bolsa permanência. 

Vigência Administrativa: em primeiro momento o documento é utilizado para confecção da folha de pagamento que dura no máximo 15 dias, porém, este relatório também serve para confeccionar declarações que atestam as horas trabalhadas pelos estudantes para conseguirem créditos em sua grade horária, neste momento torna-se indefinida a vigência.

Eliminação: são documentos de custódia intermediária por prazo de 10 anos e eliminados posteriormente, segundo a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos Às Atividades-Fim Das Instituições de Ensino Superior - IFES.

Acesso: restrito ao pessoal que está diretamente relacionado com o projeto em andamento, ou seja, coordenador e bolsista, além do pessoal relacionado ao pagamento da bolsa permanência.

Formulário para a apresentação de projeto





Denominação: formulário para a apresentação de projeto para o programa bolsa permanência


Definição: este documento é o meio em que o candidato a coordenador inscreve seu projeto para vincular-se ao referido programa. 

Caracteres externos:
- Gênero: textual
- Suporte: papel
- Formato: documento simples
- Forma: original

Produtor: Programa Bolsa Permanência da Diretoria de Desenvolvimento Social - DDS/UnB

Destinatário: candidatos à coordenadores de projeto.

Legislação:  O Decreto nº 7.234, de 19 de Julho de 2010, dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil - PNAES e o Decreto nº 7.416 de 30 de Dezembro de 2010 que trata da concessão de bolsas universitárias, e o  item 6.2 do edital Nº 02/2012 do Programa  Bolsa Permanência da UnB que orienta o candidato a preencher o documento.

Trâmite: a DDS disponibiliza o formulário de inscrição a ser preenchido em sua página na internet. O candidato imprime e encaminha  para que seja realizada a seleção dos projetos a serem vinculados.

Conteúdo:
 - Data: está prevista no edital nº 2/2012
 - Assunto: apresentação formal do projeto a ser vinculado á bolsa permanência.

Vigência Administrativa: Um ano após a seleção do projeto. 

Eliminação: são documentos de custódia intermediária por prazo de 10 anos e eliminados posteriormente, segundo a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos Às Atividades-Fim Das Instituições de Ensino Superior - IFES.

Acesso: restrito ao pessoal da DDS que irá escolher os futuros coordenadores de projeto.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Documentos digitais – A velha nova era.


http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/mundo/2013/01/17/interna_mundo,418395/ex-mordomo-do-papa-vai-trabalhar-em-hospital-do-vaticano.shtml


A reportagem escolhida pelo grupo Batom Bike foi a da Revista Veja: <http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/ex-mordomo-roubou-documentos-que-papa-queria-destruir-diz-policia> intitulada “Vatileaks: ex-mordomo roubou documentos que papa queria destruir”. Ao ler tal reportagem, que aborda a questão do roubo de documentos criptografados e a ocultação de arquivos em computador do Vaticano, podemos analisar tais documentos pelo olhar diplomático e tipológico, fazendo correlações com a bibliografia já estudada no decurso desde semestre.

Atualmente com a grande proporção de documentos produzidos o Direito tem buscado acompanhar os crimes com documentos digitais uma vez que o perfil da sociedade tem se modificado a partir dessas ferramentas, como no caso exposto acima, em que o mordomo foi contra ao código de conduta e ética profissional. 

Um dos papéis fundamentais da Diplomática é identificar os documentos que compõe um arquivo. No caso da nossa reportagem, estamos falando dos documentos que estão sob a guarda do Vaticano, local que instiga a imaginação de diferentes nações, organizações, pesquisas, entre outros.

Conforme Lopez (2011, p. 4), “quando falamos de documentos de arquivo, devemos atribuir a esta expressão sua plena dimensão, é dizer: entender o documento como um desdobramento do trabalho institucional”. Em outras palavras, os documentos do Vaticano não podem estar separados de seu contexto arquivístico. Uma vez que o ex-mordomo rouba os documentos criptografados, em ambiente digital, e oculta os arquivos de computador, ele está recontextualizando tais documentos, de acordo com seus próprios interesses, e está produzindo um novo documento. Ainda, segundo Lopez (2011, p. 14), sem o vínculo administrativo orgânico, “o arquivo perde sua capacidade de exercer a plenitude de seu atributo comprobatório”.

De acordo com Duranti, podemos concluir que os documentos da reportagem são legalmente autênticos, pois para a sua criação, temos autoridades públicas que garantam sua genuidade e compõem o Vaticano: Papa, Cardeais, Bispos, Arcebispos, etc. Também, devemos considerar os documentos diplomaticamente autênticos, afinal foram escritos de acordo com as práticas da Igreja Católica, em determinado período, e com o nome das pessoas competentes a criá-las. Ainda, de acordo com Duranti, os documentos são historicamente autênticos, pois testemunham fatos que, ao que tudo indica, são verdadeiros até que se prove o contrário.

Segundo o texto de Ruipérez, existem vários modelos de análises de séries documentais. Identificar as séries documentais é uma tarefa fundamental para classificar, descrever, selecionar e difundir a documentação. Com o roubo dos documentos criptografados e a ocultação de arquivos de computador, os documentos em posse do ex-mordomo não comprovam nada, pois podem descrever e difundir fatos inverídicos que prejudicam a imagem do Vaticano.

A palestra de Leonardo Moreira foi importante para demonstrar a atual gestão do Poder Judiciário, que está digitalizando seus processos a “toque de caixa”, mostrando números impressionantes de processos digitalizados. Embora o Judiciário tenha a disposição para digitalizar, segundo o palestrante, são tímidas as iniciativas de preservação dos documentos digitais, inclusive o arquivamento onde ele realizou a pesquisa, até o momento, era apenas um estado de armazenamento do documento, sem a devida classificação e aplicação da tabela de temporalidade pelo órgão.

Documentos digitais ainda são concebidos receosamente, uma vez que frequentemente notícias evidenciam inúmeros casos de alterações, interceptações e fraudes a partir destes documentos. A participação do arquivista na implantação de projetos de digitalização e geração de documentos em meio eletrônico é de suma importância, pois assegura que os documentos serão acompanhados desde sua geração até sua destinação final .

São necessários diversos metadados e aplicação de trilhas de auditoria, criptografias e assinaturas digitais para garantir a autenticidade e a veracidade do processo em ambiente eletrônico, pois de acordo com Leonardo, o grau de confiabilidade dos documentos ali geridos ainda é baixo.

No Brasil o Conarq direciona os arquivos quanto aos procedimentos necessários à eliminação dos documentos públicos, como apresentado no artigo 3º da resolução 14 "A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será realizada mediante autorização da instituição arquivística pública, na sua específica esfera de competência, conforme determina o art. 9º da Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, e de acordo com a Resolução nº 7, de 20 de maio de 1997, do CONARQ, que dispõe sobre os procedimentos para a eliminação de documentos no âmbito dos órgãos e entidades integrantes do Poder Público." (CONARQ, p.2001), no caso levantado pela reportagem os documentos estavam destinados à eliminação, porém neste momento ficaram vulneráveis.

Em suma, sem a devida metodologia que consolide a segurança do documento nada garante que um servidor possa adulterar dados, informações e até, quem sabe, roubar e ocultar informações preciosas e sigilosas do Estado, da mesma maneira que ocorreu na reportagem. São necessárias maiores discussões sobre a importância da análise diplomática e tipológica para a construção de ambientes digitais seguros e preservados.